terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Teu perfume...

O teu perfume embriaga m´inha alma,
E na madrugada fria espero em vão,,
Que venhas tirar-me da solidão.
Pensando em ti, tua lembrança acalma.
Deitado naquela cama vazia
Escuto o relógio marcar a hora.
Sem mais esperar vou-me embora.
Tudo continua nesse novo dia.
Em paz comigo, sigo vagando
Pelo caminho em busca do sonho.
Sem teu perfume o dia ta enfadonho,
Mas tenho certeza que estou amando.
A flor secou, o sol se pôs, vou voltar.
Guardo a esperança que ainda vou te amar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

2001, Odisseia no Espaço (Comparação com Nietzsche)


A colheita do Ano findo.

Nesta época

em que os corações

parecem vibrar numa frequência

mais alta, na esperança de dias melhores,

não podemos deixar de expressar nosso agradecimento pelo ano findo,

onde a colheita dos frutos foram obras do nosso esforço.
Se não foram maiores,é porque não estavam maduros.
Não temos dúvidas de que o Senhor dos Mundos proporcionará um Ano Novo repleto de boas realizações,sempre condicionadas ao empenho de cada um.

Um Feliz Natal!

e um Próspero Ano Novo!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

VÁ PARA SI MESMO!!!

O Espaço de Tempo que antecede o Natal é próprio para retirarmos nossos calçados, isto é, tudo aquilo que impede a INTERAÇÃO com os nossos semelhantes, com o Todo, pois isto é que permite ao EGO nos causar dor, aflição e insegurança. É hora de tirarmos o que nos calça e iniciarmos uma viagem que nos leve a nós mesmo: IR PARA SI! Sinta a liberdade do pé descalço!

Mas que tipo de calçado vamos descalçar?

1- O sapato do nosso egoismo, para que possamos interagir com a vontade do outro;

2- A sapatilha da insegurança, para que possamos aceitar a vida do jeito que ela vem;

3- O chinelo da mesmice, para que possamos mudar um pouqinho todos os dias;

4- A bota do isolamento, para que não nos afastemos dos outros;

5- A sandália do esquivamento, para que possamos assumir responsabilidade;

6- A alpargata dos julgamentos pessoais, para que possamos escutar as afirmações alheias;

7- O coturno da última palavra, para ouvirmos a do outro;
8- A galocha do ressentimento aos outros , ou a si mesmo, para que possamos buscar a doação.

Sabemos não ser tarefa fácil ficar descalço. Mas tudo indica que: ou tiramos esses calçados, ou ficaremos magoados. Pode até ser uma mágoa oculta, polida por conveniência, diplomacia, ou mesmo impotência, mas ela se manifestará no momento oportuno.

O ressentimento é um produto da sensação de isolamento.

Que neste Natal cada um aumente a clareza sobre qual calçado que está causando mais sofrimento aos seus pés.

· Que cada um aumente sua influência espiritual;
· Que cada um aumente sua generosidade verdadeira;
· Que cada um aumente seu grau de aceitação do “outro”;
· Que cada um aumente a dança do diálogo e
· Desta forma caminhe PARA SI MESMO.

IR PARA SI MESMO é nos focar menos em nós, e mais nos OUTROS.
"Pois, ninguém sabe o que vem depois".

Um Feliz Natal repleto de belas ações!
Inspirado no livro "Tirando os sapatos" de Nilton Bonder


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MANTENHA-SE ACESO!


Um membro de um determinado grupo no qual participava regularmente,
sem nenhum aviso ou causa aparente afastou-se.
Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de uma quentinha e brilhante lareira.
Já supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando a bronca. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente. Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção em tudo, fascinado e quieto.
Então diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela. Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
“Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão. Eu estarei voltando ao grupo amanhã mesmo”.Um membro de um determinado grupo no qual participava regularmente, sem nenhum aviso ou causa aparente afastou-se.
Após algumas semanas, o líder do grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de uma quentinha e brilhante lareira.
Já supondo a razão para a visita, o homem deu-lhe boas-vindas, conduziu-lhe a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto esperando a bronca. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No silêncio sério, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente. Após alguns minutos, o líder examinou as brasas, cuidadosamente apanhou uma brasa ardente e deixou-a de lado. Então voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel. O anfitrião prestou atenção em tudo, fascinado e quieto.
Então diminuiu a chama da solitária brasa, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Logo estava frio e morto.
Nenhuma palavra tinha sido dita desde o cumprimento inicial. O líder antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a de volta no meio do fogo. Imediatamente começou a incandescer uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela. Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
“Obrigado tanto por sua visita quanto pelo sermão.
Eu estarei voltando ao grupo amanhã mesmo”.